quinta-feira, 30 de junho de 2011

A elegância simples de Emmanuele Alt

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Look montaria

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Coletes, ponchos, bombachas, estampas rústicas e correntes douradas, representam a Moda Eqüestre. No look acima temos alguns destes componentes em perfeita harmonia. Um look que pode ser usado no dia a dia para ir ao trabalho e passear a noite.

domingo, 26 de junho de 2011

Para se abrigar do frio…

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sábado, 25 de junho de 2011

Sentido e leis do pudor. Ou “Pudor no vestir,você o tem?”

 

O sentido do pudor

Se o corpo é expressão da alma, a educação do corpo levará a apresentá-lo como manifestação adequada do ser espiritual da pessoa. A intimidade pessoal tem também um reflexo na intimidade corporal. (…) O pudor é o aspecto da educação que nos leva a apresentar-nos, sempre como pessoas com alma e corpo. É a defesa do aspecto pessoal do corpo, é evitar que apareça como simples objeto sexual. Uma vez que essa experiência do corpo como simples objecto apetitoso está dentro das possibilidades normais de qualquer pessoa, quando nos apresentamos junto dos outros procuramos evitar-lhes que caiam numa consideração meramente animal do nosso próprio corpo. E assim evitamos ser considerados como animais. Porque o nosso corpo é parte da nossa pessoa.

O pudor consiste em apresentar o caráter pessoal do corpo. O impudor consiste em apresentar-se como objeto sexual, em destacar o estritamente sexual, de maneira que chame a atenção do outro de maneira imediata.


As leis do pudor

Para saber o que é o pudor e o impudor no homem e na mulher, cada um deles deve ter em conta a diferença natural de percepção do outro. O homem reage naturalmente, de modo automático, perante os valores meramente carnais do sexo feminino, enquanto que a mulher não sente habitualmente essa mesma atração imediata perante o corpo do homem.

Por outro lado, o que é pudico ou impudico depende da situação em que nos encontramos e da função que tem que cumprir o vestuário.

Não é o mesmo estar a tomar banho que estar numa festa. O que é perfeitamente apresentável como fato de banho, é totalmente inadequado como fato de festa. Aparecer numa festa de sociedade em fato de banho, é apresentar-se de modo impudico, destacar o estritamente sexual. E assim o sentirão todos os presentes.

O pudor não se pode reduzir, portanto, a centímetros de roupa. Depende de um conjunto de fatores que influem na percepção que os outros têm de nós. Depende das diversas situações e da função do vestuário e depende também dos costumes no modo de vestir.

Se, numa sociedade em que todas as mulheres andassem com as saias até ao tornozelo, uma se apresentasse com a saia a meio da perna, chamaria a atenção. E a atenção recairia sobre aspectos significativamente sexuais.
Por outro lado, as mesmas mulheres que andavam com as saias até ao tornozelo, quando chegava a hora de ir trabalhar para a horta, não tinham nenhuma dúvida em recolher as saias, pois a situação assim o exigia, para não estragar a pouca roupa que tinham. E ninguém considerava que aquilo fosse impudico. Se todas as mulheres andam com a saia a meia perna, isso não chamará a atenção, nem provocará uma consideração basicamente sexual do corpo.

Mas nem tudo é uma questão de costume.

Há certas leis características da percepção que reclamam a atenção sobre um ou outro aspecto do corpo. Determinados tipos de decotes ou mini-saias, roupas cingidas, etc., não podem deixar de chamar a atenção sobre os aspectos provocativamente sexuais do corpo feminino. E não é questão de mais ou menos roupa. Pode ter mais roupa e menos pudor. Podemos ver isso, nalguns casos, na nossa sociedade.

Isto é também o caso de certas tribo, que habitam em zonas úmidas e quentes. As circunstâncias de ambiente e a sua falta de técnica tornam impossível a roupa adequada, pelo que andam quase nus. O pudor costuma expressar-se dissimulando o estritamente sexual, mediante uma simples faixa. Mas quando uma mulher quer chamar a atenção do homem, o que faz é precisamente cobrir o peito. As leis da percepção fazem que isso chame mais a atenção, uma vez que nunca anda coberta. E o que não se vê, mas se imagina, é mais provocativo que o que se vê normalmente, porque as circunstâncias fazem que esse modo elementar de vestir seja o único possível e, portanto, que seja pudico. Nessas circunstâncias, a percepção do conjunto da sociedade está habituada a expressar o pudor e o impudor sempre da mesma maneira.

O natural para o homem depende da sua formação cultural, pois essa formação altera a sua constituição neuronal e estabelece modos naturais de percepção, dificilmente alteráveis. O fenómeno contemporâneo da perda do pudor e do nudismo é algo totalmente diferente da nudez habitual e constante dos “bons selvagens”.

A intimidade corporal e a entrega

Uma vez que as condições ambientais, técnicas, culturais, podem tambem estabelecer leis próprias do pudor, define-se espontaneamente a fronteira entre o pudico e o impudico. E estabelece-se o limite natural da intimidade pessoal. O vestuário tem a função de personalizar o corpo, de expressar a própria personalidade. Por isso tem a função de estabelecer o grau de relação com uma determinada pessoa. Quando as leis do pudor estabeleceram o que define a intimidade corporal, estabelece-se uma união entre a intimidade pessoal e a intimidade corporal. As duas caminham a par, porque a pessoa é ao mesmo tempo corpo e espírito. Quando se entrega o corpo, entrega-se a própria pessoa. E quando se abre a intimidade corporal, abre-se a intimidade pessoal. Separar esses dois fatores produz uma ruptura interior da pessoa.

Como a pessoa é indissociavelmente corporal, para criar um espaço de intimidade espiritual, de riqueza interior pessoal, tem de se criar um espaço de intimidade corporal. Todos os torturadores sabem que a nudez corporal é um modo muito eficaz de rebaixar e destruir a dignidade e a resistência interna das pessoas. Quando uma pessoa não defende a sua própria intimidade corporal, isso significa que não tem uma intimidade pessoal a salvar.

A prostituição destrói o mais íntimo das pessoas, por isso provoca tanta pena ou tanta repugnância. Quem entrega o corpo sem entregar a alma, prostitui-se. Quem entrega a intimidade corporal sem entregar a intimidade pessoal, prostitui-se.

Por isso, a nudez, a abertura da intimidade corporal, deve estar sempre ligada à entrega mútua e total da própria pessoa, que se realiza no casamento. A nudez é sinal de abandono e entrega plena, por isso tem de haver uma entrega mútua e para sempre; doutra forma, haveria prostituição por parte de um ou de outro. Se a nudez não é expressão de uma entrega pessoal, então é porque essa pessoa se está apresentando perante os outros como simples objecto, com o seu inevitável valor sexual em primeiro plano.

(Mikel Gotzon Santamaría Garai, "Saber Amar com o Corpo")

Fontes do texto: http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com/2010/06/sentido-e-leis-do-pudor.html e http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html

Edição com as fotos: http://femininaonline.blogspot.com/2010/03/pudor-no-vestirvoce-o-tem.html

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Elegância despojada

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Legging de couro com recato

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terça-feira, 21 de junho de 2011

Sofisticação

domingo, 19 de junho de 2011

Scarpin com legging de couro

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Skinny preta com casaqueto e bota curta

Desconsiderem que meu marido insistiu em fotografar comigo cansada, após um duro trabalho… As fotos mostram que é possível usar calça skinny com recato, dependendo do tipo de corpo, da postura e das demais peças.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Looks com botas de montaria

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Frutos podres do feminismo

Do blog do Dr. Andrei Salvioni, médico e esposo de minha amiga, Alessandra Leão Salvioni:

Frutos podres do feminismo

Nesse último domingo, estava eu e minha esposa assistindo televisão, e como é de costume, eu não encontrava um programa decente. Aos domingos à tarde, há um grande número de programas de auditório; e nestes observamos um grande número de dançarinas semi-nuas, além de apresentadoras e/ou convidadas com microvestidos, microsaias, microblusa, etc... Será que essa é a dignidade com a qual toda mulher sonha? Expor as partes mais nobres e belas de seu corpo, incitando a imaginação masculina é um fruto louvável da tal "conquista" feminista?

Hoje, observamos por toda parte quão é agredida a dignidade da mulher. Nas bancas de jornais vemos inúmeras revistas expondo seus corpos. Em belo horizonte, há ao menos 3 jornais que colocam mulheres semi-nuas na primeira capa. É uma forma de atrair o homem pelo desejo, pela fraqueza da carne; pois disse Nosso Senhor: o espírito está pronto, mas a carne é fraca (Mt 26,41). Nessas mesmas bancas há uma exposição massiva de revistas pornográficas; elas não ficam escondidas, mas às vistas, como iscas para atrair os consumidores. E, no final, todos acham absolutamente normal; inclusive as próprias mulheres. "É arte", dizem algumas.

Há um ditado pernicioso que diz que o que é bonito, é para se mostrar; eu, porém, digo que o que é belo no corpo feminino, é para ser guardado. Assim como os tesouros, as nossas relíquias, os nossos bens de valor são guardados em cofres, baús; assim se deve proceder com o corpo da mulher, até o momento oportuno, onde poderá compartilhar suas riquezas com aquele a quem jurou fidelidade diante do Altíssimo.

As feministas venderam uma "verdade" bem traiçoeira. Incitaram as mulheres a saírem dos lares, evitarem os filhos, abortarem, divorciarem, abandonarem sua vocação para serem "iguais" aos homens. Mas como serem iguais, se são tão diferentes, meu Deus?! Ambos tem papéis diferentes na sociedade, conforme a natureza de cada um.

Elas entraram no mercado de trabalho, estão galgando postos cada vez mais altos no meio empresarial, político e científico. E tudo isso às custas de quê? Nosso Senhor já nos dizia que uma árvore boa não pode produzir frutos ruins. E o que nós vemos são só frutos podres. As famílias vem sendo corroídas, os filhos cada vez mais revoltados e desobedientes, caindo nas drogas; divórcios aos montes, crescimento do aborto, o aumento da incidência de depressão e transtornos de ansiedade entre as mulheres... E será que apesar disso tudo elas estão felizes? Não acredito; sinceramente, não acredito.

Que Nossa Senhora, modelo de prática de todas as virtudes, modelo de mãe, esposa e mulher, possa ter misericórdia de todos nós e interceda para que as mulheres reconheçam sua vocação e ajudem a reestruturar nossa sociedade corroída e mergulhada nos vícios.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Botas de montaria bem campeiras, sem deixar de ser femininas e elegantes

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Das Bombachas Caetano, de Soledade, RS.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Classe com sobriedade (e na moda!) - Parte II

Continuação da postagem anterior, de 2010.

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sábado, 11 de junho de 2011

Inverno urbano



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dois vestidos Stanton James

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Dois exemplos modestos em legging de couro

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A perna não é excessivamente grossa, a blusa branca rouba a atenção, o casaco esconde um pouco as coxas, e a postura da Hillary Duff ajudam a manter o recato, mesmo com uma peça que nem sempre seja recomendável.
Já na próxima foto, temos Natalia Vodianova com uma sobrelegging, sapatos bem delicados (nada sensuais), o que possibilita que ela use a peça. Como a Hillary, não se trata de uma mulher muito “coxuda”, o que é ponto positivo para que vestir a leather legging.
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Lindo look de Liz Hurley

Para um trabalho menos informal, um coquetel, uma vernissage, faculdade mais exigente em termos de roupas, uma saída a um restaurante, viajar, ida às compras no inverno...



domingo, 5 de junho de 2011

Flagrante de uma tarde relaxante, com modéstia e espírito doméstico

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O estilo de Paola Oliveira como Verônica, na novela Cama de Gato

Ela é malvada, mas se veste bem, é elegantíssima e geralmente não atenta contra a modéstia.









Paola Oliveira Revista Estilo out-09






João Miguel Júnior, TV Globo