quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Três sugestões modestas e elegantes para ocasiões distintas

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Gravidez com elegância para trabalhar

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

High society

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Clássico com certa ousadia

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Look clássico com jeans

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Elegant classy look III

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Do pedestal ao açougue

Artigo do Carlos Ramalhete, publicado ontem na Gazeta do Povo:

Costumo dizer que o feminismo tirou a mulher do pedestal para colocá-la no açougue. Nesta semana, infelizmente, pude perceber os dois lados da mesma triste moeda da negação da dignidade feminina.

Um adolescente me contou, chocado, de uma festa em que as mocinhas adolescentes dançaram na boquinha da garrafa e os rapazes se embebedaram para, confessadamente, terem coragem de agarrá-las à força.

No mesmo dia, eu li um texto pregando uma forma puritana e exagerada de pudor, que recomenda que as moças andem enroladas em panos rijos, como nas prescrições dos mais loucos fundamentalistas islâmicos.

Ambas as visões partem do pressuposto de que as mulheres não têm dignidade alguma. Para os primeiros, elas são frutas que rebolam para mostrar que estão maduras e prontas para colher. Para os segundos é a mesma coisa, o que os leva à recomendação de reduzir a visibilidade da sua condição feminina.

Ora, a dignidade feminina existe e a mulher deve ser respeitada, inclusive por ela mesma. Uma mulher em situação degradante choca mais que um homem na mesma situação, justamente por ser a dignidade da mulher maior que a do homem.

Quando uma moça se apresenta como mero objeto sexual, a ser agarrado a laço ou tendo que se esconder atrás de panos rijos e informes para não o ser, ela está atentando contra a dignidade de todas as mulheres. E o homem que partilha dessa percepção da mulher como coisa ou bem de consumo atenta não só contra a dignidade feminina, mas também contra a sua própria masculinidade, que deveria ser expressa como cavalheirismo.

O corpo da mulher atrai o homem; se não fosse assim, nenhum de nós teria nascido. Mas essa atração serve para que ambos se unam e, juntos, criem seus filhos. Filhos não são criados por peças de carne, sim por pessoas. Quando se nega, na prática, que a mulher seja uma pessoa, nega-se o próprio sentido da beleza dela. É o equivalente sexual da anorexia, do comer e vomitar para não aproveitar a nutrição e reconhecer na comida apenas o seu cheiro e sabor.

Entre o armário com shortinhos que mais parecem pochetes e o outro com fronhas gigantes para esconder que ali está uma mulher, deve haver um em que a moça pode se vestir de moça, em que a sua feminilidade será celebrada tanto na beleza quanto na dignidade, em que ela não será vista como bem de consumo, sim como pessoa digna de amor e de respeito.

A nós, homens, compete amá-las e respeitá-las como se elas já houvessem encontrado esse armário, sempre. Como as pessoas – não frutas – que elas são.

Figurinos de January Jones em Mad Men - IV

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Os dois looks de Adele no Grammy

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A elegância de minhas amigas: Lívia Melo

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Saia como peça-chave do look

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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Mantendo a elegância em dia de calor…

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Elegant classy look II

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Figurinos de January Jones em Mad Men - III

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