sábado, 9 de maio de 2015

As mulheres estão mais felizes do que há trinta anos?


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As mulheres estão mais felizes do que há trinta anos?

Elas deveriam estar, de acordo com a posição feminista.

Mas não estão.



Um excelente novo livro, O Outro Lado do Feminismo, explica por quê. Escrito por Phyllis Schlafly, ícone das mulheres conservadoras, e sua sobrinha Suzanne Venker, este livro espirituoso e de rápida leitura desmantela o mito do feminismo e prescreve um “novo roteiro” para a felicidade das mulheres.

Foi um privilégio incrível para mim me reunir com a sra. Schlafly pela primeira vez quando eu era uma garota de 16 anos impressionável. Minha mãe me levou para um evento Eagle Forum em uma época em que as feministas e a mídia atacavam a família e a liberdade com a autoproclamada “Emenda de Direitos Iguais” socialista. Ela me inspirou a comprometer minha própria vida pelo trabalho de proteger as famílias, a liberdade e os nossos direitos de praticarmos nossa fé. Por volta de trinta anos depois, tive o privilégio de levar minha filha de 16 anos a um evento Eagle Forum coordenado pela sra. Schlaffly – e estou muito grata por dizer que ela também foi inspirada a proteger valores atemporais.

Dei uma cópia de “O Outro Lado do Feminismo” a minha filha para ajudar a armá-la com os fatos e com a munição para lutar contra as mentiras do movimento feminista moderno. Com meticulosidade devastadora, as autoras desembalam as várias razões por que tão poucas mulheres hoje em dia estão dispostas a reivindicar o rótulo de “feminista”. Mas primeiro, a sra. Schlafly e a sra. Venker desacreditam a ideia de que o feminismo moderno tem tudo a ver com igualdade. O “feminismo” não é nada mais que a “esquerda feminina” direcionada a impor uma agenda esquerdista e radical às famílias, aos negócios e às instituições.

Segundo, a promessa feminista de que as mulheres podem simplesmente ser como homens e desfrutar de tudo o que os homens tipicamente fazem – como sexo casual, longas horas no trabalho, menos tempo com a família – se provou vazia. Sofrimento, relações despedaçadas, casamentos fracassados, doenças sexualmente transmitidas, aborto e índices vertiginosos de crianças emocionalmente feridas tem sido o verdadeiro legado do feminismo. Acontece – não é surpresa – que a natureza humana não pode ser repelida, revogada por decreto judicial ou reformatada por mensagens midiáticas.

A pesquisa é clara: as mulheres querem o melhor. As mulheres americanas querem se casar; querem cuidar de seus próprios filhos, em vez de mandá-los para as creches; e preferem trabalhar em tempo parcial em vez de trabalhar as longas horas de um executivo-chefe. (De acordo com o Pew Research Center, quase dois terços das mães trabalhadores com filhos com menos de 17 anos dizem que prefeririam trabalhar em tempo parcial – um salto significativo apenas nos últimos dez anos.) E as mulheres de hoje realmente querem que seus casamentos durem.

Não é muito tarde para mudarmos nosso futuro. Essas autoras sábias e maravilhosas encorajam as mulheres, especialmente as conservadoras, a perseguir uma perspectiva e um futuro em que “as mulheres não precisem se definir usando o feminismo como referência”.

Como começar? Primeiro, leia “O Outro Lado do Feminismo”. Compartilhe uma cópia com suas amigas, irmãs, filhas, pastoras e com as professoras de seus filhos. Discuta o livro com os homens de sua vida – a tentativa feminista de passar por cima da natureza humana tem sido confusa para os homens também.

Segundo, reconheça onde, em sua vida, você tem inadvertidamente tomado as atitudes vitimistas das líderes feministas – e jogue fora esses sentimentos.

A vida é o que nós fazemos dela. Abrace a bondade em sua vida e siga adiante para superar as dificuldades que são parte natural de sua vida diária. A sra. Schlafly e a sra. Venker montaram uma página formidável para dar a você a inspiração e as ferramentas para combater os ataques constantes pensados para lhe derrubar: www.theflipsideoffeminism.com

No final do livro, as autoras lembram às mulheres que “até Abraham Lincoln disse que muitas pessoas são felizes na medida em que formam suas mentes para tal. Para as mulheres, a resposta reside em nossa decisão de estarmos satisfeitas.”


Tradução: Ramiro Freire

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