Um pouco de tudo: papo de amigas!

terça-feira, janeiro 05, 2016


Oi, queridas!

Hora de um papo de amigas. Quero confessar uma coisa pra vocês. Pode parecer que sou daquelas que vive comprando. Mas as boas observadoras de meus looks devem ter percebido como uso as mesmas roupas de modo diferente. Ok, eu tenho muitas roupas, mas não é aquele exagero fútil, não.

Eu sou exatamente o contrário de uma shopaholic: elejo como prioridade um sapatinho vermelho para uma de minhas filhas, um armário novo para o marido e qualquer outra coisa para os demais membros da família antes de algo para mim. Compro roupa para mim só se eu estiver realmente precisando ou algo em promoção (meu ponto fraco). 


Mas hoje fiz algo que não fazia há muito tempo. Ganhei um mega bônus de Natal de minha mãe, para comprar em uma loja muito boa aqui da cidade e fui às compras; passei quase a tarde toda lá. Sou daquelas que olha TODA loja, experimenta tudo, analisa, faz combinações. Sim, se vou comprar e investir tenho que ser cautelosa. Procuro boas marcas, qualidade e bom preço, de preferência. Sou adepta, antes de tudo, da qualidade, prefiro ter uma boa calça do que dez diferentes, ainda que na moda, e que não vestem tão bem, marcam calcinha e na primeira lavagem ficam inutilizáveis. 

Não sou consumista. Evidente que já tive minhas fases, principalmente solteira, entretanto até disso meus filhos me curaram. É uma graça de Deus ser mãe de muitos. Passamos a priorizar o que realmente é importante e isto é libertador. Uso a criatividade e invisto nos acessórios. Também há as queridas parceiras do blog, que, como vocês já viram, mandam presentes lindos! 

Enfim, o que eu queria confessar é o que vocês já devem, também, ter percebido: eu estou mais gordinha depois das gravidezes (e foram quatro em um período de menos de seis anos), houve uma abalada no meu corpo, daí a minha volta na busca de atividades físicas e etc. Meu manequim pulou do 38 para o 40. Antes que vocês fiquem brabas achando que estou reclamando de barriga cheia porque existem mulheres de manequins bem mais altos, eu sou do tipo mignon. E o acréscimo de gordura concentrou nos culotes e barriga. 

Não que esteja dando grande importância para isso. Na verdade o meu problema foi com as minhas roupas. Nada serve direito. Quando coloco calças, surge o efeito muffin, salta para os lados. Gente... isso é muito feio. Melhor admitir, estou maior e preciso de roupas novas. Ao colocar as do meu tamanho atual, me senti muito bem, até mais bonita e confiante. 

Embora ainda pretenda recuperar minhas antigas roupas perdendo um pouco do peso que adquiri, sei que nunca mais terei o corpo que tinha quando casei. E para falar a verdade, nem quero! Eu era magra demais. Acho lindo mulher mais cheinha, com forma e corpo de mulher, mais arredondado. 

E as atividades de caminhada, corrida, ballet, pilates, estou fazendo para dar uma melhorada no meu corpo, porém principalmente melhorar minha condição física, não sentir tantas dores por ter que segurar criança e fazer o serviço doméstico. 

Acima de tudo voltei a praticar atividades físicas para recuperar minha sanidade mental, me vi somente como mãe, esposa, dona de casa, o que é muito bom, mas esqueci de mim como mulher, como pessoa. Ela estava adormecida dentro de mim e isto me causou um desequilíbrio. É muito bom depois de tanto tempo ter um momento só meu, silencioso e gostoso. Isto me fez melhor para todos da minha família. E antes que eu fique aqui escrevendo demais, rsrsrs, quero dizer que este ano prometo melhorar e me colocar também como prioridade. 

Espero ser melhor pra vocês também.

Beijo minhas queridas. ;)

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5 comentários

  1. Sobre compras, antes de ser mãe eu já ia no shopping na intenção de comprar uma roupa pra mim e voltava com utensílios domésticos. Kkkk
    Eu sou consumista, mas não consumo. Minha vontade é de sempre comprar, mas não o faço desordenadamente.

    Sobre peso, a estrutura corporal conta muito. Se passo dos 55kg já fico aparentemente inchada. Não é tanto os números na balança ou a numeração da calça que conta.

    Muito bom poder se exercitar. É como dizem: Corpo saudável e mente saudável.
    Estou ansiosa para praticar algo também. Acho que vou iniciar com pilates.

    Ah! Você ainda está ótima.

    Bjs.

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  2. Obrigada, querida! Fazes muito bem. Amo pilates. Bjs

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  3. Aline, parabéns pelo seu testemunho!

    Digo isso, porque quando a gente vê mulheres casadas e com filhos pode cair na tentação de que isso basta. De que a mulher não precisa de mais nada só dela, principalmente o tempo.

    Eu sempre pensei nesse dilema, pois nos cobramos muito por "deixar" a família na mão em certos momentos para fazermos coisas só pra nós.
    E tuas palavras só confirmaram o que eu suspeitava: não importa se é exercício físico ou uma visita a uma amiga - a esposa e mãe precisa de alguma atividade ou tempo SÓ pra ela. Isso é necessário para qualquer ser humano...

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  4. É tão bom ver alguém falar com franqueza sobre os próprios defeitinhos! Acho que todas nós temos as nossas insatisfações, mas no geral não nos sentimos encorajadas a falar delas... na melhor das hipótese, podemos fazer algumas brincadeiras a respeito... o que, definitivamente, não é a mesma coisa, porque não deixa de ser uma forma de menosprezo. Acho que é um sinal de sabedoria conseguir distinguir aquilo que pode (e vale a pena) ser mudado das marcas que a vida (o passar do tempo) e a maternidade deixam em nosso corpos. Obrigada pelo exemplo. Bjs.

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  5. Muito bom o texto, de uma clareza e coerência ímpar.

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